O Tenente R/2 Claudio Freesz nos deixou prematuramente. Lutou como um leão mas foi finalmente vencido por uma traiçoeira pneumonia. Membro do Conselho Fiscal da AORE/RJ a notícia provocou comoção no seio da Oficialidade R/2 carioca e logo começaram os movimentos para uma viagem a Juiz de Fora onde seria velado. Na segunda-feira dia 15 de agosto de 2016 a movimentação já era grande no amanhecer no Quartel do CPOR/RJ, na sede da Associação.

 

 


 

O Tenente R/2 Claudio Freesz nos deixou prematuramente.

Lutou como um leão mas foi finalmente vencido por uma traiçoeira pneumonia.

Membro do Conselho Fiscal da AORE/RJ a notícia provocou comoção no seio da Oficialidade R/2 carioca e logo começaram os movimentos para uma viagem a Juiz de Fora onde seria velado.

 

 

Na segunda-feira dia 15 de agosto de 2016 a movimentação já era grande no amanhecer no Quartel do CPOR/RJ, na sede da Associação.

 

 

E antes de 09:00 h carros se dirigiram à cidade mineira da eterna morada do amigo e todos marcaram encontro no famoso SALVATERRA na entrada da cidade para almoço. O SALVATERRA já pertenceu ao Ten Freesz...

Depois todos se dirigiram para o velório no próprio Cemitério Municipal onde os familiares do amigo já estavam.

Além do CNOR e AORE/RJ do Rio de Janeiro, tivemos a participação do Tem Luiz Carlos, Capelão Evangélico, da AORE/Itajubá que trouxe um corneteiro do 4º Batalhão de Engenharia de Combate daquela cidade.

Da própria Juiz de Fora tivemos o Ten Mauro Lúcio, VP da Associação e do Coronel R/1 Áureo da 4º Brigada de Infantaria Leve, sediada naquela cidade, que levou também um corneteiro para o toque de Silêncio.

 

Ouvimos as orações do Pastor local e depois do Capelão, Tenente Luiz Carlos de Itajubá. 

No horário marcado, ladeado pelos Oficiais R/2 e vestido com seu Uniforme verdão (5º Uniforme) como pedira à sua filha Priscila seguiu o cortejo até sua última morada. 

 

 

 

Próximo do jazigo, a Guarda Fúnebre dos Oficiais R/2 fez uma parada e o corneteiro de Itajubá tocou uma música muito tocada por Evangélicos que todos conhecem por ser a que tocavam os músicos no filme Titanic enquanto o mesmo afundava. 

 

 

Depois o Tenente Monteiro comandou a continência e ouvimos o Toque de Silêncio pelo corneteiro da Brigada enquanto o Tenente Freesz se despedia em sua última morada. 

 

 

 NOTA DE FALECIMENTO & LUTO OFICIAL


 

Joomlashack